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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Embrulhos festivos para pacotes muito especiais.

Dirk Bikkembergs é pelas melhores razões uma referência assídua aqui no blog e desta vez não é excepção.





O underwear Bikkembergs é desde que foi lançado, uma das melhores apostas, que um gajo que queira andar com o que de mais valioso tem bem embrulhado, pode fazer.

Para o período festivo que se avizinha, Dirk Bikkembergs lançou a linha Silver, para que possamos embrulhar condignamente presentes especiais.

Qualquer um dos modelos tem uma camada dupla à frente para oferecer conforto adicional e podem ser adquiridos em Bikkembergs e-store. O serviço de entregas é excelente e como é super rápido, ainda dá para fazer as compras de Natal.














As fotos são assinadas por Luc Willame, fotógrafo responsável por todas as campanhas Bikkembergs e o modelo da campanha Silver Underwear é Alexei Cholewka que é igualmente o modelo que mais se vê pela Bikkembergs e-store e foram gentilmente cedidas por Dirk Bikkembergs. PGFV aproveitou-as para um especial Natal ou especial Ano Novo, ou especial Solstício de Inverno. Escolham o que mais gostarem!





Ah, e são edição limitada, mas como edições limitadas, é coisa que não me aquece nem arrefece (quando muito arrefece, mas não é o caso), não dei especial relevo a este pequeno detalhe. Agora mesmo para finalizar, para quem preferir o ouro à prata, a edição do ano passado ainda está disponível. Recomendo e confirmo, fazem-nos mesmo sentir com colhões de ouro.

sábado, 22 de novembro de 2008

It is time to strike GOLD





O novo underwear do Dirk Bikkembergs recebe definitivamente 5 uaus!!! Não vejo a hora de sentir os tomates aconchegados em dourado!

Os modelos aqui e o making off da campanha aqui.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

D&G underwear rugby campaign 2008






A D&G tem nova campanha de underwear e não sendo a fórmula nova, o que para o caso não interessa R.I.G.O.R.O.S.A.M.E.N.T.E nada, não é de todo aconselhada nem a cardíacos, nem a clubbers que não ponham os peitorais arejar fora de Portugal há mais de 30 dias.

Desta vez os bonzudos não são jogadores de “cálcio” mas de rugby. A reter: Sergio Parisse, Denis Dallan, Ezio Galon, Andrea Masi, Gonzalo Canale.

O making off da campanha aqui.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Estarão os cabeludos de volta?



O novo modelo da Aussiebum “vintage”, não é mais que o “velho undies” um dos primeiros modelos da marca, por sinal ainda hoje o meu preferido, sendo pelo que me pareceu, exactamente igual em corte e material, apenas diferindo na forma como a cor surge no logo do elástico. Por isto mesmo, o modelo é apresentado como “Everything old is new again”.

No entanto, o que é totalmente novo, totalmente diferente, é a imagem promocional deste novo modelo de underwear. Em vez dos musculados modelos de cabelos curtos totalmente shaved, temos um cabeludo, na cabeça e no peito, que cai direitinho na categoria guy next door.

É verdade que gradualmente, um pouco por todas as campanhas e editoriais de moda, os corpos quase anoréticos começaram a substituir os corpos hiper musculados e até os corpos atléticos já começam a parecer algo em vias de extinção. É verdade que até na sub-cultura gay dos corpos musculados, já há muito tempo que a depilação lady shaved legs, está completamente out, sendo apenas permitido, a quem não quer parecer estar completamente fora, os pelos aparados. Ironicamente, a depilação tem no momento muito mais aderentes heterossexuais que gays.

Não sei se esta nova campanha da Aussiebum, tal como a maior parte dos editoriais que cada vez mais recorrem ao tipo guy next door, têm como objectivo uma maior identificação do cliente ao modelo. E não sei, porque em moda nada é literal, nada é directo, nada nunca é aquilo que parece ser. Mas o que é notório e claro, é que nesta nova campanha, a Aussiebum utilizou uma imagem de tipo de homem que nunca tinha utilizado.

Fico curioso para ver como é que os clientes gay, que são na maioria os clientes Aussiebum, vão receber esta nova imagem e fico igualmente curioso para ver, se esta campanha, é apenas um caso isolado, ou se é a primeira de um reposicionamento da marca. É que não tenho a certeza, nenhuma mesmo, que nesta imagem, esteja o DNA da Aussiebum.

Por isso mesmo, novo inquérito aos leitores do PGFV. Vá, digam da vossa justiça e respondam ao inquérito aqui ao lado.






segunda-feira, 7 de abril de 2008

Rabinho Sequinho Sequinho






Bem bonitas as novas cores do modelo Bamboo da Aussiebum.

Parece que estas cuecas são feitas com fibras de bambu, permitindo uma melhor absorção do calor e controlo da humidade.

Huuummm, se assim for, já estou a encontrar-lhes muita utilidade, para aquelas festas em que transpiramos, transpiramos, transpiramos. Se for mesmo verdade e funcionarem, vamos ficar com o rabinho sequinho sequinho. Rabinho e não só.

O cinto metalizado, em nítida influência ao cinto dos modelos Steel da CK, são ainda mais bonitos.






sexta-feira, 7 de março de 2008

Tudo o que deve saber acerca de cuecas #4




E pronto os resultados foram claros, a preferência dos leitores, em termos de cuequita, ainda vai para os clássicos Calvins, mas logo logo seguido, da emergente Aussiebum.

Ficamos ainda a saber, que para os leitores do PGFV (poor guy fashion victim) a 2(x)ist já era e que ou há ou por aí outras marcas ( a verdade é que só consegui costumizar a ferramenta da sondagem para cinco parâmetros), ou então, alguns não usam mesmo nada por baixo das calças. HUUUMMM ;)))

Como fiquei inconsolável com os resultados, aqui fica uma foto do embrulho que ainda prefiro nos meus presentes!!! Para alguma coisa sou o editor deste blog!!!



Bom fim-de-semana

Crédito de imagens: Internet e gráfico da sondagem

Tudo o que deve saber acerca de cuecas #3

O Carlos chamou-me atenção para o facto de nos post “Tudo o que deve saber acerca de cuecas” não ter falado nas cuecas “hypes” (expressão do Carlos).

Reconheço que foi uma enorme falha e o estilo, bem diferente de todas as marcas que falei, merecem bem atenção.

De produção europeia (às vezes!!), o mais semelhante às três marcas que o Carlos recomendou é a Dsquared. Por alguma razão o Dean e o Dan são australianos. De facto, qualquer uma das marcas, insere-se muito mais no novo paradigma de design americano, que no paradigma minimalista CK ou do design italiano e que tão bem os gémeos canadenses souberam mixar.

Acredito que quando estas e outras marcas, tiverem uma melhor rede de distribuição na Europa, ou conseguirem implementar uma melhor plataforma de e-comerce, que dê confiança ao cliente, capaz de o motivar a comprar on-line, o mercado das cuecas dará uma outra grande volta por aqui.

Em meu entender, o underwear são as peças que mais facilmente se podem comprar na net. Não se erra nos tamanhos e uma vez encontrado o modelo que nos fica bem, é fácil corre o risco de comprar sem experimentar.

A primeira das marcas e que de todo eu não conhecia é a Ginch Gonch. É divertida, irreverente, contemporânea e tem alguns modelos francamente bonitos.

Adorei a publicidade direccionada. Para além da versão gay rapagão com rapagão, existe também a versão hetero e lésbica. ABSOLUTA DIVERSIDADE, gosto muito disso!!!















A Andrew Christian, e que é a única marca que já tinha captado verdadeiramente a minha atenção antes do “lembrete” do Carlos, tem o nome do designer que a assina. Não tem apenas cuecas, mas toda uma linha de sportswear MARAVILHOSA. Os shorts são fantásticos e as singlets também.É notória a influência de toda uma estética gay. ADORO e em breve farei um post acerca das melhores peças que não underwear Andrew Christian.Para já, apenas as cuequitas.











A Andrew Christian, tem ainda um modelo, chamado “AC Flashback Butt Lifting Technology Boxer”, que promete aumentar uns cms(inhos) à bunda.

Veja as cuecas dele e não só, no site dele aqui.Pena que as vendas on-line se possam fazer apenas para um número limitado de países.

A última sugestão do Carlos foi a C-IN2, que talvez por aqui na Europa seja uma das que está mais divulgada.

Das três sugestões, foi a única que verdadeiramente não gostei. Acho que a marca querendo abarcar muitos tipos de público, acaba por não ter identidade.

De todos os modelos, sinceramente apenas acho alguma piada (pouca) ao TAT-2.

Como a marca, tem bem claro no site, que é proibido copiar imagens, ao contrário das marcas anteriores, que inteligentemente sabem, que a divulgação de boas fotografias é marketing gratuito e por isso, colocam á disposição downloads, eu nem me dei ao trabalho de procurar imagens da C-IN2 e, quem tiver interesse na marca, faça pesquisa, que também não vou colocar o link.

Não sendo “my cup of tea” gostaria de poder falar de algumas marcas portuguesas, entre as quais a do Nuno Gama, que penso que tem uma linha de underwear, mas não encontrei grande informação na net, se alguém a tiver que a partilhe.

Para os leitores do outro lado do atlântico, provavelmente o mercado de cueca do Brasil, deve ser ligeiramente diferente do Europeu, uma vez que as marcas americanas aí devem chegar mais facilmente. Toda a informação que tiverem e quiserem partilhar como o Carlos fez (pareceu-me que o Carlos é Brasileiro), é muito muito bem vinda. Sei que o designer maravilhoso que é o Alexandre Herchcovitch, tem licenciamento de uma linha underwear com a maior fabricante de cueca no Brasil, a Lupo, mas não encontrei mais informação que isto.

Falta ainda referir que em Lisboa no Bairro Alto, há uma loja, que só tem, ou tem maioritariamente cuecas masculinas. Gostava imenso de vos dar toda a informação acerca disto, mas mea culpa, mea culpa, nunca lá entrei. Está prometido, que da próxima vez que passar por aquelas bandas, e não dê com o nariz na porta, farei toda a pesquisa e partilharei tudo convosco.

The last but not the least, um grande obrigadão ao Carlos pela informação, que foi preciosa! O tema “Tudo o que deve saber acerca de cuecas” é por demais importante para todos nós, para se esgotar num #3. Outros virão!!!

Crédito de imagens: Internet

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Tudo o que deve saber acerca de cuecas #2


Agora que já sabe do que se trata quando ouvir alguém dizer “felizmente tinha os meus jockstraps vestidos”, podemos passar abordar as diferentes marcas de cuequita que há por aí.
Não irei falar de todas, mas apenas daquelas que podem ser consideradas uma hipótese, quando queremos que alguém nos as arranque ou pelo menos dê uma espreitadela às que trazemos vestidas.

Todos sabemos que coube à Calvin Klein a sexualização do underwear masculino, provocando neste uma verdadeira revolução. O senhor Calvin Klein introduziu o underwear na década de 80 mas foi já na década de 90, com as famosas campanhas com o Mark Wahlberg ( foto em cima) que o termo para roupa interior passou a ser “Calvins”. Quem não se lembra das fotos dele com a Kate Moss? Isto antes do bonzão do Mark, ter feito publicamente bacoradas homofóbicas e o senhor Calvin Klein ter corrido com ele.


Mas com Mark ou sem ele, o que é certo é que durante toda a década de 90, não houve um único rapaz minimamente fashion que não tivesse as suas “Calvins”. No momento a Calvin Klein, encontra-se lentamente a recuperar, após o senhor Klein ter-se retirado aqui há uns anos, mas já não é nem pouco mais ou menos, sinónimo de underwear sexy masculino.

No entanto, o redesenho dos modelos, em que o tamanho da marca surge bastante maior no elástico do cinto, o cós mais baixo, continuação na aposta das micro fibras misturadas com algodão, em que com justiça lhes seja feita, foram os pioneiros, bem como na introdução da cor, fazem com que no momento, o clássico do underwear masculino, continue a ser uma boa escolha. Não ao ponto de ainda se poder dizer “ as minhas Calvins”, mas uma boa escolha.

Segue-se campanha da linha Steel, lançada em 2007, com o escultural Djimon Hounsou e fotos de Peter Lindbergh, em comemoração dos 25 anos de CK.

Não dando para perceber bem nas fotos (dá para perceber outras coisas), o elástico é mais largo e a cor é metalizada.


A 2(x)ist, é uma marca americana tal como a Calvin Klein, e conta a lenda urbana que foi a partir deste modelo, que o senhor Calvin Klein se inspirou. Não sei se é apenas uma lenda sem qualquer fundo de verdade ou não, mas foi o que começou a circular no final da da década de 90, quando os “calvins” deixaram de ter a exclusividade do underwear sexy masculino. Nos EUA e sobretudo em NY, a 2(x)ist começou por ser uma marca associada aos gay. Era vendida em lojas especificas, fazia publicidade em revistas gay e eram usadas, por um grupo que já não queria ser identificado à CK, sobretudo depois das posições homofóbicas do Mark Wahlberg.

O modelo mais usado era os clássicos briefs em branco, que eram associados à simplicidade e masculinidade para quem queria ter uma atitude ligeiramente anti fashion. Recentemente a marca adoptou a mesma estratégia da Calvin Klein, introduzindo modelos de cós mais baixo e um design mais actual.

A maior parte da clientela gay deixou de a proteger e neste segmento apenas é usada, quando se pretende transmitir um toque de hiper masculinidade indiferente à moda. Por isso mesmo continuam a ser uma boa aposta.

Na linha do Steel e também com elástico em metalizado, um dos últimos modelos (quem copia quem?) e mais alguns dos clássicos que fizeram a identidade da marca e que no momento me parece um pouco baralhada. Quem mata a galinha dos ovos de ouro!...

Os Aussiebum são no momento os “Calvins versão colorida” da segunda metade da primeira década do Sec. XXI. A marca australiana, que é vendida quase em exclusivo no shop on-line da própria marca, é a estrela do underwear masculino. A marca conseguiu posicionar-se no mercado, sobretudo no mercado gay, como só a Calvin Klein tinha conseguido nos idos anos 90. Deve-se igualmente à marca a revolução da cor.

É verdade que outras marcas já tinham introduzido a cor no underwear masculino, mas só a Aussiebum o fez com total descaramento. Se as outras marcas coloriram os elásticos dos cintos, a Aussiebum coloriu sem preconceito peças inteiras, usando todas as cores do arco-íris, de tal forma, que até marcas como a D&G que gostam de ser pioneiras, lhe seguiram descaradamente o estilo. Os briefs de cores fortes debruados numa outra cor que a D&G tem apresentado de há dois anos para cá, já são produzidos pela Aussiebum, pelo menos desde 2004.

Bons preços, excelentes campanhas de publicidade, diz-se que sem recurso a modelos profissionais ( já chegaram a fazer recrutamento de modelos no site), uma excelente plataforma de e-comerce e uma excelente campanha de marketing direccionada a um nicho de mercado, rapidamente tornam a Aussiebum uma marca à escala global.

Não terem uma plataforma de vendas na Europa, o que encarece imenso o produto final, aliado a uma degradação do serviço prestado, tem travado a expansão da marca. Há dois anos atrás uma encomenda Aussiebum demorava a chegar a Portugal cerca de 1 a 2 semanas, na maioria das vezes sem passar pela alfândega. No momento chega a demorar dois meses, sendo as taxas alfandegárias altíssimas.

Mas mesmo assim, a marca ainda é a marca de underwear eleita por clubbers e afins e quer os modelos mais antigos, quer os novos, continuam a ser bonitos. O wonderjock, modelo que surgiu o ano passado, e que promete dar um grande volume, foi de tal forma um sucesso, que a média de entregas chegou a ser de dois meses.

Alguns dos modelos da Aussiebum, todos de compra on-line.

Da Dolce & Gabbana e das suas campanhas, já tenho falado vezes suficientes neste blog, por isso apenas refiro, que umas Dolce & Gabbana ainda são o melhor invólucro, para embrulhar os melhores presentes. De referir ainda que na colecção deste ano é notória a influência das velhas “calvins” e até as fotos do Mariano Vivanco, parecem querer recuperar as fotos do Bruce Weber. Têm dúvidas, vão lá atrás ver o post que já fiz acerca da linha de underwear Dolce & Gabbana para 2008.

Se é daqueles que gosta de mostrar o elástico do underwear por baixo dos jeans (moda igualmente iniciada por CK), sugiro que opte por umas Dolce&Gabbana ou por umas Aussiebum, dependentemente se quer ter um ar mais ou menos fashion victim.

A Dsquared tem igualmente uma linha de underwear, tão divertida e humorística quanto estupidamente cara, mas se quer ser um verdadeiro fashion victim, esta deve ser sem sombra de dúvida a sua escolha.

E pronto, há uma outra infinidade de marcas, podendo-se quase dizer que quase todas as marcas de roupa masculina, têm no momento uma linha de underwear. É que ao que parece, segundo o The New York Times, só nos EUA e isto sem incluir os boxers, o negócio já representava no ano passado um volume de $1.1 biliões. E também ao parece, os homens são mais fieis à marca de underwear, que a qualquer outra peça de vestuário.

Modelos das Fotos: Calvin Klein, 2(s)ist e Ausiebum
Crédito de imagens: Reprodução/ Internet