Helsinki_Sibelius Monument_Junho2011
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sábado, 24 de setembro de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Helsinki #7
Se este post tivesse o título de Helsinki Revisited, teria como tema a casa de Alvar Aalto. Como não tem, o tema é a casa de Alvar Aalto.
O primeiro apontamento do meu moleskine digital é da entrada principal, os seguintes, seguem a direcção dos ponteiros de relógio.












(continua)
O primeiro apontamento do meu moleskine digital é da entrada principal, os seguintes, seguem a direcção dos ponteiros de relógio.
(continua)
domingo, 16 de janeiro de 2011
Helsinki #6
Em 1904 Eliel Saarinen ganhou o concurso para a nova Central Railway Station, planeada no mais puro estilo romântico finlandês, mas vejam lá que ao contrário de cá, em que o romantismo serôdio durou para lá do modernismo, o projeto gerou uma tal onda de críticas, quiçá semelhantes aquelas que têm matado muito bons projetos na cidade de Lisboa mas ao contrário, em que deitam fora o bebé e a água e só fica a banheira furada ou melhor os casebres, que Saarinen (pai) teve que reformular todo o plano modernizando-o, e ainda bem.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Helsinki #5
Pode até não ser um dos melhores edíficios do mestre, a sua manutenção até pode custar uma fortuna, já que as placas brancas de mármore de Carrara que o revestem não aguentam os rigores do inverno e curvam-se como folhas de papel, o que só por si até pode parecer contraditório a tudo o que Aalto defendeu que deveria ser a arquitectura, mas basta vê-lo imenso e branco fundido-se com a neve, para imediatamente nos rendermos e percebermos que mais uma vez Aalto, conseguiu criar um edificio que articula funcionalismo com poesia e que não é nem mais nem menos que uma estrutura que se apaga e desaparece quando as pessoas a utilizam.
Infelizmente não pude visitar o seu interior, já que o período em que estive em Helsinki foi de festa para os filandeses que comemoram a 06 de Dezembro o aniversário da sua idependência. Assim sendo, para além do Filandia Hall não ter recebido visitas guiadas, igualmente não consegui bilhete para nenhum dos espectaculos de música que por lá aconteceram e que são afinal talvez a razão mais nobre da sua existência. Na impossibilidade de poder usufruir o interior do Filandia Hall, onde Aalto desenhou maniacamente ao pormenor todo o interior desde os candeeiros aos puxadores das portas, restou resignar-me e pensar: mais uma razão para voltar a Helsinki.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Helsinki #4
Quiçá por serem ciosos e orgulhosos da muito boa arquitectura que os rodeia, não foi sem polémica e até oposição na opinião pública, que o projecto do Kiasma foi entregue a um arquitecto não finlandês (Steven Holl o arquitecto que assina o projecto é americano) mas bastou a abertura em 1998 para que se lhe tivesse rendido. Hoje o Kiasma, defronte ao parlamento, é mais um motivo de orgulho arquitectónico para os finlandeses.
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