Quando Berlim se tornou a capital da Alemanha reunificada, todos os países tiveram a necessidade de construir novos edifícios que albergassem as suas embaixadas.
O conceito adoptado pelo grupo dos países nórdicos é um dos mais interessantes.
Sob o plano geral de Berger + Parkkinen, cada país convidou um arquitecto nacional para construir o edifício de cada uma das embaixadas. A organização espacial dos edifícios segue o formato do mapa e a zona central, em que se encontram os serviços comuns partilhados, tem um lago que representa o mar que os une.
Lá dentro cheira a madeira, o restaurante recomenda-se e a atmosfera do ponto de vista social e humano, recordar-nos segundo a segundo, que nos encontramos em território nórdico. E viva o modelo antropocêntrico.
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