A segunda pista da discoteca, que na década de oitenta foi considerada a terceira melhor discoteca do mundo, reabriu na passada sexta-feira. Snif snif, não pude estar presente, mas disse-me quem foi, que quer na sexta-feira quer no sábado, a segunda pista do Kremlin estava ainda melhor que no passado.
A segunda pista do Kremlin foi sempre um caso único na noite de Lisboa. Local fantástico, música fantástica, ambiente fantástico, capaz de conseguir juntar heteros sem homofobia aguda com verdadeiros gays giros e divertidos. É verdade que bastava sair da segunda pista para qualquer gay ou hetero não homofóbiconão pertencente á espécie de Neandertal, correr o risco de ser esmurrado, mas confessemos que isso sempre acabou por contribuir para a cinematografia do local, desde que, na segunda pista, nos sentíssemos vagamente a salvo e entre gente bonita a quem os esteróides ainda não tivessem derretido os miolos
Depois do horror que o Lux se tornou, do horror que o Trumps nunca conseguiu deixar de ser, Lisboa precisa urgentemente de um local assumidamente gayfriendly, com rapazes bonitos, de cabeça arejada e educada pelos actuais padrões Europeus de cultura clubber. Ah e já agora para quem o ginásio seja um hábito quotidiano.
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